No cerebelo de Sara bela,
Com seus sentimentos sensacionais,
Saem memórias sensitivas
E também sensoriais.
Sara não é mais menina,
Sara não é mais mulher.
Sara agora vai ser
Tudo aquilo que ela quiser.
No seu sofisticado sofá,
Sentada, sossegada, está diferente.
Sara sente sono e sente sede,
Sara só não se sente contente.
Quer sarar do coração e da cabeça,
Sob seus sonhos surreais.
Sonhos de seres esquisitos,
Sonhos de mundos irreais.
Bela Sara serelepe,
Para sempre será bela.
Mas será que haverá alguém
Mais bonita do que ela?
Pergunte ao espelho sobre Sara,
Mas ele não saberá lhe responder.
Porque Sara sempre será secreta
Pra mim, pra ele ou pra você.
(Janderson Oliveira)
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